
"O forasteiro que sacar sua arma primeiro será o ganhador na terra dos sem leis - Homens sem leis, mas não sem caráter"
É febre hoje frases de impacto, daquelas que recebemos em correntes de e-mail, ou em palestras motivacionais, não obstante ainda a procura de internautas por sites desse gênero.
Penso eu no verdadeiro sentido dessas frases, digo isso no momento da sua concepção, do real motivo na qual ela foi destinada, quem queria atingir ou simplesmente um desabafo, falar consigo mesmo e traduzir isso em linhas. Escrito entre lagrimas lido entre soluços relido entre sorrisos.
Falar nesse assunto e tentar engajá-lo com publicidade é um tanto quanto insensível, mas para não desvincular o objetivo desse blog e não perder a oportunidade de falar um pouco no que penso sem ter que usar exemplos em terceira pessoa, terei que ser deselegante.
Ouvir de anunciantes algumas frases nos causam arrepios, uns bons outros maus (de tão ruins que são).
Para falar e conseguir atingir em cheio com frases de impacto é preciso incorporar a alma do produto e casar isso com o consumidor de uma forma perfeita, daqueles casamentos com limunise e chuva de arroz.
A frase com a qual iniciei esse texto ocorreu em um desses momentos, único, quase um braistorm, só que de sentimentos, do lado verdadeiro das coisas não de uma ilusão, de levar para quem ler algum significado que será absorvido conforme o momento e vivência desse leitor.
Mas esse foi um texto escrito as pressas, somente para usar essa frase, que acredito será meu mantra, por isso me perdoem se não for assim uma brastemp, tentei ao máximo ter dedicação total a vocês.
Pois blog que é blog deve ser um diário pessoal, mas hoje com tantas mudanças os blogs nem parecem blogs e a vida não é tão completa e nem sempre tem a melhor relação custo beneficio.
Quer saber, que as coisas aconteçam como assim devem ser, simplesmente faça, caminhando, e acreditando na real beleza da vida.
Fecham-se as cortinas do espetáculo e que entre os próximos artistas.
A gente se vê por aqui.
domingo, 10 de agosto de 2008
Frases ou Slogans, eis a questão!
domingo, 3 de agosto de 2008
Marketing politicamente correto
Cá estamos nós, povo brasileiro, em um ano não comum, por diversos acontecimentos que são exclusivos e típicos desse ano peculiar, repetido apenas de 4 em 4 anos, como ter 29 de fevereiro , de ter o maior evento esportivo do mundo - as olimpíadas e melhor ainda ser no dia 08/08/08 (esses chineses). Mas o motivo do meu post é para falar de um assunto mais burocrático e digamos um tanto quanto chato - As eleições para prefeitos e vereadores, mas afinal política não se discuti (acho que pra não passar raiva), certo?
Errado, porque eu também vou reclamar.
Entramos num momento de ver as vias lotadas de papeis de candidatos (vulgo santinhos), de ouvir inúmeras musicas ridículas (vulgo, vulgo nada vulgares...rs) e de definitivamente trocar a tevê no horário político pelo msn.
Dessa forma, com esse tipo de campanha, fica difícil escolher qual candidato eleger, acho até que elas são assim tão chatas porque se fossem legais (leia-se relevantes) o povo assistiria e iam ver que na verdade O lixo é o produto e não a forma de exposição.
Quero aqui fazer um comparativo político x produto, e não são poucas as relações possíveis entre um e outro, fiz uma pequena tabela apenas para dar inicio a essa analogia, gerar uma curiosidade para enfim falar de uma forma um pouco mais séria e definitivamente mais chata sobre o assunto.
Político x Produto
| Faz propaganda | Faz publicidade |
| Começa com P, mas a quem diga que comece com S. | Começa com P, mas a quem diga que comece com $. |
| Somente em dinheiro e a vista. | Várias formas de pagamento. |
| Faz barulho e distribuem papeis. | Faz jingle e distribuem panfletos. |
| São essências, mas depois se tornam supérfluos | São supérfluos, mas depois se tornam essências |
Afinal o que faz você escolher seu político? Acho que é pela insistência, de estar mais ou menos na mídia, porque de verdade são raros os eleitores que votam nesse ou naquele por conhecer seus projetos e ter um histórico desse candidato.
E um produto, como você faz a escolha? Nossa! Se fosse falar de todas, e se assim fosse possível , seriam inúmeras as formas de analises, vão desde uma boa campanha até uma opinião de um amigo (buzz), de uma necessidade, pelo seu preço, etc...etc...
Voltando para o político, e para não ser tachado de pessimista que só serve para criticar e falar mal, quero aqui fazer minha sugestão, aceitem ela ou não... Bem vindos à liberdade de expressão.
A idéia seria criar um vestibular para uma triagem básica, contendo questões de administração política, historia, conhecimentos demográficos, etc...etc
Após esse vestibular seria feito uma eleição, sem necessidade de voto obrigatório, para eleger os trainees, isso mesmo, pois os candidatos teriam um ano para realizarem seus projetos e após isso mostrarem ao povo o que foi feito e o futuro da sua candidatura, após isso seria aberta uma nova votação para a escolha definitiva dos políticos que estariam no poder.
Difícil deslumbrar esse cenário, mas se voltarmos para nosso comparativo, hoje não são raros os produtos que possibilitam a sua devolução e ainda estornarem seu dinheiro caso não funcionarem da forma que foram anunciados, considero nada mais justo ter essa opção também para os produtos políticos, afinal estamos falando de um produto que representa muito mais do que um cabelo sedoso, uma pele bonita ou até um suco bem feito, estamos discutindo sobre um produto que representa e dirige o futuro de um país, de ter ou não educação de qualidade, saúde para todos, entre outros detalhes que deveriam ser mínimos, mas hoje tão ausentes.
Enquanto essas mudanças não acontecem, que pelo menos façamos escolhas com um mínimo de critério, além de realizar uma pequena pesquisa de mercado, para não comprar gato por lebre e pagar caro por isso.
Meu voto esse Brasil já tem.